A minha primeira e grande dificuldade ao
ingressar no magistério foi realizar a avaliação dos meus alunos.
Eu sempre tive uma facilidade de criar vínculos afetivos, de dominar
os conteúdos curriculares e os desenvolvê-los em aula de aula,
porém meu maior obstáculo era avaliar. Durante este semestre, eu
refleti sobre como tenho avaliado os meus alunos, e compreendi melhor
o motivo pela qual avaliamos os nossos alunos.
Segundo Alvarez Mendes (2002, pg. 82 ) a
avaliação é uma oportunidade do aluno demonstrar o que sabe e como
sabe. Quando o professor tem consciência de como o aluno está
construindo o seu conhecimento, ele é capaz de intervir nesse
processo, para reorientá-lo , estimulá-lo, corrigi-lo e acima de
tudo valorizá-lo. Contudo, normalmente a avaliação é vista em
grande parte das escolas, como uma atividade isolada, a fim de
verificar o quanto o aluno sabe daquele determinado assunto, e
atribuindo notas. As notas, por sua vez, são utilizadas para somar
em um escore total no final do ano letivo, classificando os alunos
como “aprovados” ou “reprovados”.

Referências bibliográficas
ALVAREZ MENDEZ, J. M. Avaliação
como atividade crítica do conhecimento.
Cap 6 (p.81-89). In: ALVAREZ MENDES, J. M. Avaliar para conhecer,
examinar para excluir. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002
LOCH, Jussara Margareth de Paula. Avaliação
na escola cidadã. In: ESTEBAN,
Maria Teresa (Org) Avaliação uma prática em busca de novos
sentidos. Rio de Janeiro. DP&A Editores, 2004. P. 129-142.
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